Olá amiga(o)tudo bem? Quero agradecer pela sua visita a este espaço. Este blog é um lugar de amizade e informação entre pessoas. Que ele seja um lugar da mais Alta Shalom do Eterno. Desde Sião, que chuvas de bençãos caia sobre voçê e os seus amados. Que O Eterno D'us lhe exalte e bendiga! ✡ALESSANDRO MARTINS PAULA ✡: Junho 2010

domingo, 27 de junho de 2010

Flotilha armada: brasileira que atua na IDF conta o que viu


"Mesmo com braceletes dizendo médico em quatro línguas (inglês, turco, árabe e hebraico) e estetoscópios no pescoço, também a nós eles tentaram agredir. Um deles cuspiu no nosso cirurgião. Um outro deu um soco na enfermeira que tentava medicá-lo."

Sei que todos já estão cansados de ouvir falar do que aconteceu em Gaza nesta semana, mas como ouvi muitas asneiras por aí, resolvi contar a vocês a minha versão da história. Eu não quero que pensem que virei alguma ativista ou algo do gênero. Eu continuo a mesma Ana de sempre. Mas por ter feito parte desse episódio, não posso me abster de falar a verdade dos fatos. Eu estava lá! Ninguém me contou. Não li no jornal. Não vi fotos na Internet ou vídeos no Youtube. Vi tudo como foi mesmo, ao vivo e com muitas cores. Como vocês sabem, eu estou servindo com médica na medicina de emergência do Exército de Israel, departamento de trauma. Isso significa: medicina em campo.

4h30 da manhã de segunda-feira: meu telefone do Exército começa a tocar. Possíveis conflitos em Gaza? Pedido de ajuda da força médica, garantir que não faltarão médicos. Minha ordem: aprontar-me rapidamente e pegar suprimentos, o helicóptero virá me buscar na base. No caminho, me explicam a situação. Há um navio da ONU tentando furar a barreira em Gaza. Li todos os registros fornecidos pela inteligência do Exército (até para entender o tamanho da situação). O navio se aproximou da costa a caminho de Gaza. O acordo entre Israel e a ONU é que todos os barcos devem ser inspecionados no porto de Ashdod em Israel e todos os suprimentos devem ser transportados pelo nosso Exército a Gaza. Isso porque cerca de 14 mísseis tem sido lançados de Gaza contra Israel diariamente. E não podemos permitir que mais armamento e material para construção de bombas seja enviado ao Hamas, grupo terrorista que controla gaza. Dessa forma, evitamos uma nova guerra. Ao menos por agora.

O navio se recusou a parar. Disseram que eles mesmo entregariam a carga a Gaza. Assim, diante de um navio com 95% de civis inocentes (os outros 5% são ativistas de grupos terroristas aliados ao Hamas, que tramaram toda essa confusão), Israel decidiu oferecer aos comandantes do navio que parassem para inspeção em alto mar. Mandaríamos soldados para inspecionar o navio e se não houvesse armamento ele poderia seguir rumo a Gaza. Essa foi uma atitude extremamente pacifista do nosso exército, em respeito aos civis que estavam no navio. E, se não há armamento no navio, qual é o problema de que ele seja inspecionado? Os comandantes do navio concordaram com a inspeção.

5:00h - Minha chegada em Gaza. Exatamente no momento em que os soldados estavam entrando nos barcos. E foram gratuitamente atacados: tiveram suas armas roubadas, foram espancados e esfaqueados. Mais soldados foram enviados, desta vez para controlar o conflito. Cerca de 50 pessoas se envolveram no conflito, 9 morreram. Morreram aqueles que tentaram matar nossos soldados, aqueles que não eram civis pacifistas da ONU, mas sim militantes terroristas que comandavam o grupo. Todos os demais 22 feridos entre os tripulantes do navio, foram atendidos e resgatados por nós, eu e minha equipe e enviados para os melhores hospitais em Israel.

Entre nós, nove feridos. Tiros, facadas e espancamento. Um deles ainda está em estado gravíssimo após concussão e seis tiros no tronco. Meninos entre 18 e 22 anos, que tinham ordem para inspecionar um navio da ONU e não ferir ninguém. E não o fizeram. Israel não disparou nem o primeiro, nem o segundo tiro. Fomos punidos por confiar no suposto pacifismo da ONU. Se soubéssemos a intenção do grupo, jamais teríamos enviados nossos jovens praticamente desarmados para dentro do navio. Ele teria sim sido atacado pelo mar. E agora todos os que ainda levantam a voz contra Israel estariam no fundo mar.

Depois de atender os nossos soldados, me juntei a outra parte da nossa equipe que já cuidava dos tripulantes. Mesmo com braceletes dizendo médico em quatro línguas (inglês, turco, árabe e hebraico) e estetoscópios no pescoço, também a nós eles tentaram agredir. Um deles cuspiu no nosso cirurgião. Um outro deu um soco na enfermeira que tentava medicá-lo. Além de agressores, são também ingratos. Eu trabalhei por 6 horas seguidas atendendo somente tripulantes do navio. Todo o suprimento médico e ajuda foram oferecidos por Israel. Depois do final da confusão o navio foi finalmente inspecionado. Lotado de armas brancas e material para confecção de bombas caseiras. Onde é que está o pacifismo da ONU??? Na terça-feira, fui visitar não só os nossos soldados, mas também os feridos do navio. Essa é a política que Israel tenta manter: nós não matamos civis como os terroristas árabes. Nós não nos recusamos a enviar ajuda a Gaza. Nós não queremos mais guerra. Mas jamais vamos permitir que matem os nossos soldados.

Só milionário idiota que acha lindo ser missionário da ONU não entende que guerra não é lugar para civis se meterem. Havia um bebê no barco (que saiu ileso, obviamente): alguém pode explicar por que uma mãe coloca um bebê em um navio a caminho de uma zona de guerra? Onde eles querem chegar com isso? Eles não entendem que foram usados como ferramenta contra Israel, e que a intenção nunca foi enviar ajuda a Gaza e sim gerar polêmica e criar ainda mais oposição internacional. E continuam sem entender que dar força ao terrorismo do Hamas, do Hezbollah ou do Irã só significa mais perigo. Não só a Israel, mas ao mundo todo. E o presidente Lula precisa também entender que desta guerra ele não entende. E que o Brasil já tem problemas demais sem resolver. Tem mais gente passando fome que Gaza. Tem muito mais gente morrendo vítima da violência urbana no Rio do que mortos nas guerras daqui. E passar a cuidar dos problemas daí. Dos daqui, cuidamos nós.

Eu sempre me orgulho de ser também brasileira. Mas nesta semana chorei. De raiva, de raiva de ver que especialmente no Brasil, muito mais do que em qualquer outro lugar, as notícias são absolutamente distorcidas. E isso é lamentável. Não me entendam mal. Eu não acho que todos os árabes são terroristas. Mas sei que quem os controla hoje é. E que esta guerra não é só contra Israel. O Islamismo prega o extermínio de todo o mundo não árabe. Nós só somos os primeiros da lista negra. Por favor, encaminhem este e-mail aos que ainda não entendem que guerra é guerra e que os terroristas não são coitadinhos. Eu prometo escrever da próxima vez com melhores notícias e melhor humor. Tenho algumas boas aventuras pra contar.

Ana Luiza Tapia fez "Aliá" há pouco mais de dois anos e serve ao exército israelense (IDF - Israel Defense Forces), na área médica.

http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/oriente-medio/11137-flotilha-armada-brasileira-que-atua-na-idf-conta-o-que-viu.html


sexta-feira, 4 de junho de 2010

Os participantes da Flotilha/Gaza; querem explicar como eles podem contribuir para um mundo melhor.Chega uma hora
Quando precisamos de fazer um show
Para o mundo, a Web e CNN
Não há pessoas morrendo,
Assim, o melhor que podemos fazer
É criar o maior bluff de todos
Temos de continuar fingindo dia a dia
Que, em Gaza, não há crise, a fome ea peste
Porque os bilhões de dólares em ajuda não vai comprar suas necessidades básicas
Como alguns queijos e mísseis para as crianças
Vamos tornar o mundo
motivo de abandono
Nós vamos fazer todos eles acreditam que o Hamas
Theresa é Momma
Nós somos pacíficos viajantes
Com armas e nossas próprias facas
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV
Ooooh, nós vamos lhes facada no coração
Eles são soldados, ninguém se importa
Somos pequenos, e tiramos algumas fotos com as pombas
Como Deus nos mostrou, por factos não há demanda
Então, vamos sempre ganhar a mão superior
Vamos tornar o mundo
motivo de abandono
Nós vamos fazer todos eles acreditam que o Hamas
Theresa é Momma
Nós somos pacíficos viajantes
estamos agitando a nossa próprias facas
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV
Se o Islã e terror alegrar o seu humor
Mas se preocupe que ele não pode olhar tão bom
Bem, bem, bem bem que você não percebe
Você só precisa chamar a si mesmo
Um ativista da paz e de ajuda humana
Vamos tornar o mundo
motivo de abandono
Nós vamos fazer todos eles acreditam que o Hamas
Theresa é Momma
Nós somos pacíficos viajantes
Nós estamos agitando a nossa próprias facas
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV
Nós con o mundo
Nós con as pessoas
Nós vamos fazer todos eles acreditam que a IDF é Jack, o Estripador
Nós somos pacíficos viajantes
Nós estamos agitando a nossa próprias facas
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV
Nós con o mundo (Bruce: nós con o mundo ...)
Nós con as pessoas (Bruce: as pessoas que con ...)
Nós vamos fazer todos eles acreditam que a IDF é Jack, o Estripador
Nós somos pacíficos viajantes
Nós estamos agitando a nossa próprias facas
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV

A POLÍTICA EXTERNA DO LULA VIRA PIADA EM ISRAEL


Na visita do presidente Shimon Peres ao Brasil vimos toda cordialidade de um chefe de estado decente. Em nenhum momento Shimon Peres dasagravou o Brasil, muinto ao contrário parabelizou a nossa histórica convivência pacífica, entre os povos e nações. Mas a viagem de Lula ao Oriente Médio, não podemos dizer a mesma coisa, apesar de toda motivação econômica e interesse do Brasil, acabou incitando o anti-semitismo no nosso pais, como temos visto. A visita de Lula a cinco países árabes no Oriente Médio, causou mal-estar em todo o mundo ocidental democrático. Se ele quer ser amigo dos árabes, problema dele. Mas parece me que este governo atrai governos ditatoriais e anti-democráticos. Lula em visita ao Knesset, parlamento israelense, desagravou e criticou o único pais democrático na região do Oriente Médio; Israel. Se meteu na onde não devia, na política interna de Israel e disse que; Israel não tem o direito de fazer oque tem feito. Ora, o presidente brasileiro deveria vir a Israel e conhecer melhor o que é o Primeiro Mundo, e não ficar passeando em países ditatoriais e achar que tudo é antifada. Os israelenses gostam muito do futebol brasileiro, mas o governo do Brasil deveria jogar melhor no campo de suas relações diplomáticas. Oque o Lula tem feito é incitar o anti-semitismo no Brasil e no mundo, nada mais. E vice versa, como vimos no vídeo, a política externa do Brasil é motivo de chacota no mundo civilizado, ou voçês acham que com 40 milhões de faméílicos e 70 milhões de analfabetos, o Brasil que não conseguiu nem fazer a lição de casa, vai ditar oque os outros países devem fazer? Realmente é uma piada, ha, ha, ha...