Olá amiga(o)tudo bem? Quero agradecer pela sua visita a este espaço. Este blog é um lugar de amizade e informação entre pessoas. Que ele seja um lugar da mais Alta Shalom do Eterno. Desde Sião, que chuvas de bençãos caia sobre voçê e os seus amados. Que O Eterno D'us lhe exalte e bendiga! ✡ALESSANDRO MARTINS PAULA ✡

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Os participantes da Flotilha/Gaza; querem explicar como eles podem contribuir para um mundo melhor.Chega uma hora
Quando precisamos de fazer um show
Para o mundo, a Web e CNN
Não há pessoas morrendo,
Assim, o melhor que podemos fazer
É criar o maior bluff de todos
Temos de continuar fingindo dia a dia
Que, em Gaza, não há crise, a fome ea peste
Porque os bilhões de dólares em ajuda não vai comprar suas necessidades básicas
Como alguns queijos e mísseis para as crianças
Vamos tornar o mundo
motivo de abandono
Nós vamos fazer todos eles acreditam que o Hamas
Theresa é Momma
Nós somos pacíficos viajantes
Com armas e nossas próprias facas
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV
Ooooh, nós vamos lhes facada no coração
Eles são soldados, ninguém se importa
Somos pequenos, e tiramos algumas fotos com as pombas
Como Deus nos mostrou, por factos não há demanda
Então, vamos sempre ganhar a mão superior
Vamos tornar o mundo
motivo de abandono
Nós vamos fazer todos eles acreditam que o Hamas
Theresa é Momma
Nós somos pacíficos viajantes
estamos agitando a nossa próprias facas
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV
Se o Islã e terror alegrar o seu humor
Mas se preocupe que ele não pode olhar tão bom
Bem, bem, bem bem que você não percebe
Você só precisa chamar a si mesmo
Um ativista da paz e de ajuda humana
Vamos tornar o mundo
motivo de abandono
Nós vamos fazer todos eles acreditam que o Hamas
Theresa é Momma
Nós somos pacíficos viajantes
Nós estamos agitando a nossa próprias facas
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV
Nós con o mundo
Nós con as pessoas
Nós vamos fazer todos eles acreditam que a IDF é Jack, o Estripador
Nós somos pacíficos viajantes
Nós estamos agitando a nossa próprias facas
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV
Nós con o mundo (Bruce: nós con o mundo ...)
Nós con as pessoas (Bruce: as pessoas que con ...)
Nós vamos fazer todos eles acreditam que a IDF é Jack, o Estripador
Nós somos pacíficos viajantes
Nós estamos agitando a nossa próprias facas
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV

2 comentários:

✡ Penina de Carvalho Lemos disse...

O choque entre a marinha israelense e a Flotilha da Liberdade levantou ondas de protesto e indignação no mundo e imediato tsunami condenatório sobre Israel. Mas a maré está baixando e emergem algumas verdades que naufragaram sob o peso do coro dos pacifistas – na verdade, piratas da paz. A primeira verdade: rejeitados apelos e propostas para evitar o confronto, já que a Flotilha da Liberdade estava decidida a furar o bloqueio militar, comandos israelenses começaram a descer por corda de um helicóptero no navio turco Mavi Marmara. Um a um, os soldados foram recebidos pelos militantes dos direitos humanos a golpes de barra de ferro, facadas e pauladas. Um foi jogado ao mar. De outro retiraram o fuzil. Um linchamento, contido a tiros. A segunda verdade: Israel se deixou cair na armadilha. A Flotilha da Liberdade, organizada pelo movimento Gaza Livre e a ONG turca Insani Yardim Vakfi, dispunha de um canal aberto pelos israelenses para levar sua ajuda humanitária até Gaza. Só ancorar em Ashdod, passar pela alfândega e seguir pela estrada, tão curta que os mísseis do Hamas a atravessam inteira. Mas não: Bülent Yildrim, o humanitário-pacifista-chefe turco, é amigão de Ismail Haniya, o chefão do Hamas. Aos dois conviriam alguns mártires. E agora eles os exibem ao mundo. A terceira verdade. Por que abordar a Flotilha da Liberdade? Esta era uma pergunta que se fazia ontem em Israel, país de tantos estrategistas de guerra quantos de técnicos de futebol no Brasil. A marinha poderia simplesmente bloquear o caminho. Ante alguma insistência, elevar o tom: um disparo de advertência. Teimosia? Acertar as máquinas dos navios e deixá-los singrar a esmo nas turbulentas águas políticas do Oriente Médio. Yasser Arafat também quis navegar contra Israel. Em 1988, batizou um navio de O Retorno e o lotou de refugiados palestinos. O serviço secreto israelense o esperou ancorar em Chipre, escala também da Flotilha da Liberdade, e o sabotou ao ponto de só navegar a remo. Ironia do destino: Arafat partiu para o exílio num navio chamado Atlântida, o continente e sua Palestina perdidos. Uma opção final seria deixar um só dos seis navios ir até Gaza, sob escolta, sem considerar um precedente aberto. A quarta verdade. Foi um massacre: durante o dia inteiro, o tsunami contra Israel rendeu bandeiras queimadas, protestos diante de embaixadas, passeatas, declarações oficiais de protesto e deixou até o nosso chanceler Celso Amorim “chocado”, ele que não se abala com os mortos de Teerã e nem de Cuba. Os israelenses sempre perdem a guerra de Hasbará, palavra hebraica para esclarecimento. Quando pensam em esclarecer, o barulho da maioria automática do mundo árabe os sufoca. Em qualquer situação, serão culpados. Uma Flotilha da Liberdade jamais tentará aportar no Irã, na Coréia do Norte ou em Havana. Há pouco tempo, os turcos ameaçavam romper com Israel se não recebessem armas israelenses que compraram. São as contradições israelenses. Uma é armar o seu próprio inimigo. Outra: ontem à noite, membros do Conselho de Segurança da ONU pediram que Israel acabe com o bloqueio a Gaza, e foi o que Israel fez, exatamente, em 2005, para então virar o alvo de uma chuva constante de mísseis contra sua população civil, e daí o bloqueio e a Flotilha da Liberdade.

Eduardo Santana disse...

Obrigado Irmão Alexsandro pela sua visita ao meu blog no Brasil , Deus te abençoe!!!!