Olá amiga(o)tudo bem? Quero agradecer pela sua visita a este espaço. Este blog é um lugar de amizade e informação entre pessoas. Que ele seja um lugar da mais Alta Shalom do Eterno. Desde Sião, que chuvas de bençãos caia sobre voçê e os seus amados. Que O Eterno D'us lhe exalte e bendiga! ✡ALESSANDRO MARTINS PAULA ✡: 2010

domingo, 19 de dezembro de 2010

Lula reconhece Estado “palestino”

Sem lhes impor nenhuma condição sobre “direitos” homossexuais
Lula anunciou que decidiu oficialmente reconhecer um Estado “palestino”. Esse reconhecimento ocorreu em 3 de novembro de 2010.
O megalomaníaco gosta de estar no centro das atenções. E se o mundo todo está olhando para o Oriente Médio, por causa das aflições de Israel, então Lula quer um pedacinho do holofote. Ele está determinado a passar seus últimos dias na presidência chamando a atenção de todo mundo, nem que para isso ele precise plantar bananeira na ONU.
A imprensa brasileira noticiou o fato de que Lula enviou uma carta ao líder “palestino” reconhecendo o Estado da “Palestina”. A mídia internacional não disse quase nada, não porque o assunto seja insignificante, mas porque Lula não tem a importância que ele mesmo dá a seu próprio umbigo.


Contudo, por que reconhecer um país dentro de outro país? Geograficamente, o que alguns chamam de “Palestina” está exatamente dentro das fronteiras históricas e bíblicas de Israel. E Israel é um país extremamente pequeno. Não faz sentido, pois, forçar um país pequeno a entregar suas poucas terras a um povo que tem hostilidade étnica, política e religiosa contra Israel.

Se Lula quer tanto terras para os “palestinos”, por que não lhes dá um pedacinho do Brasil? Geograficamente, a terra de Israel é um mosquito perto do Brasil. É injusto fazer o pequeno dar o que ele quase não tem. Quem tem mais tem a obrigação moral de dar o exemplo e repartir o que tem de sobra.
Mas não é só isso. Nas terras ocupadas pelos “palestinos”, os homossexuais são realmente agredidos e mortos, sem maiores problemas. Paradas gays? Nem pensar! Doutrinação anti-“homofobia” nas escolas “palestinas”? Traria pena de morte para os professores. Desde cedo, as crianças “palestinas” são ensinadas a odiar e atacar os inimigos do islamismo. Israel, é claro, é um desses inimigos. E os homossexuais também.
Tolerância e pluralidade? Esses conceitos, amplamente impostos pelo governo Lula sobre os brasileiros passivos, são abominados pelos “palestinos”. Os homossexuais “palestinos” só não pedem asilo ao amigo Lula porque não dá tempo. Logo que são descobertos, os homossexuais ali são despachados.
Um Estado “palestino” bem no meio do Brasil não seria uma experiência estranha, pois crianças aprendendo a odiar é algo que o MST vem fazendo há muito tempo. O problema maior seria a “cultura palestina” influenciando a cultura brasileira. Aí o governo brasileiro teria de mudar o programa federal “Brasil Sem Homofobia” para “Brasil Sem Sodomia”, exclusivamente para apaziguar e agradar aos “palestinos”.
Enquanto isso não acontece, o brasileiro tem de sofrer, sendo obrigado a aceitar a doutrinação anti-“homofobia” nas escolas e a mentira de que o Brasil é campeão de assassinatos de homossexuais (como se os cristãos brasileiros estivessem matando centenas deles por dia), e ver Lula prestigiando, honrando e reconhecendo um Estado islâmico que quer não somente a destruição de Israel, mas de todos os homossexuais.
Se Lula não fosse hipócrita, ele diria ao líder dos “palestinos”: “Olha, meu governo reconhece o Estado palestino, mas com uma condição: Seu governo palestino tem de fazer seu povo parar de perseguir e matar homossexuais e seu governo tem de ensinar as crianças a amar o homossexualismo como uma opção totalmente normal e saudável”.
Alguém realmente crê que os “palestinos” aceitariam tal condição?
A diferença entre eles é clara. Enquanto os interesses dos “palestinos” giram em torno do islamismo e do terrorismo, os interesses de Lula giram em torno de seu próprio umbigo e daquele orifício idolatrado pelos homossexuais.
Aliás, os “palestinos” têm a sua peculiar solução ideal para os adoradores de orifícios: aumentar-lhes, a bala, o número de orifícios!
Dá para ver o que está acontecendo? Se todos os cristãos do Brasil fossem “palestinos” e principalmente islâmicos, Lula e seu governo nos respeitariam, honrariam e prestigiariam, quer ou não matássemos homossexuais.
Quem é trouxa nessa história: Lula ou o povo brasileiro?
Se Lula quiser continuar com seu umbigo nos holofotes internacionais depois da sua presidência, ele terá se disfarçar de travesti na frente de uma mesquita “palestina” e gritar: “Vocês precisam de um programa Palestina Sem Homofobia”!
A cena seguinte seria proibida para menores de 18 anos.
Versão em inglês deste artigo: Brazilian President Lula acknowledges “Palestinian” State
Fonte: www.juliosevero.com

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O "Decreto Rushdie" Chega a Flórida por Daniel Pipes

O plano do Pastor Terry Jones em queimar cópias do Corão na sua igreja em Gainesville, Flórida, que fique claro, é uma atitude detestável que se encaixa em uma vergonhosa tradição. Dito isso, é necessário observar duas outras questões: Comprar livros e em seguida queimá-los é totalmente legal nos Estados Unidos. Segundo, David Petraeus, Robert Gates, Eric Holder, Hillary Clinton e Barack Obama pressionaram Jones a cancelar, tão somente pelo fato deles temerem a violência muçulmana contra americanos, caso ele cumprisse seu intento. Realmente, apesar do Sr. Jones ter desistido da queima do Corão, 5 afegãos e 14 caxemirenses morreram durante as demonstrações contra seu plano.

Os palestinos profanaram o Túmulo de José em outubro de 2000.

Essa violência se origina na lei islâmica, a Sharia, que insiste que o Islã e o Corão em especial, têm um status privilegiado. O Islã pune de maneira cruel quem quer que seja, muçulmano ou não, que transgrida a santidade do Islã. Os preceitos nos países de maioria muçulmana geralmente refletem esse privilégio, por exemplo, a lei da blasfêmia do Paquistão, 295-C, pune com a pena de morte, comentários depreciativos a cerca de Maomé.

Não menos importante, a Sharia denigre as santidades de outras religiões, uma tradição manifestada há alguns anos pela destruição das estátuas de Bamian (budistas) a profanação do Túmulo de José (judaica) e a Igreja da Natividade (cristã). Um decreto de 2003 determinava qual Bíblia deveria ser utilizada pelos muçulmanos como papel higiênico após a evacuação. Ao que consta, as autoridades iranianas queimaram centenas de Bíblias no mês de maio. Esse disparate, onde o Islã desfruta de imunidade enquanto as outras religiões são depreciadas, está em vigor há muito tempo nos países de maioria muçulmana.

Assim sendo, em 1989, o Aiatolá Khomeini estendeu abruptamente ao Ocidente esse padrão de dois pesos e duas medidas ao decretar a execução do escritor britânico Salman Rushdie por conta das blasfêmias do seu livro, Os Versos Satânicos. Com isso, Khomeini fundou o Decreto Rushdie, que continua em vigor. Ele sustenta que aquele que se opõe ao "Islã, ao Profeta ou ao Corão" deverá ser executado; que toda e qualquer pessoa ligada ao blasfemo também deverá ser executada e que todos os muçulmanos deverão participar de uma rede de inteligência para concretizar a ameaça.

Obviamente, esse decreto contradiz uma premissa fundamental do modo de vida ocidental, a liberdade de expressão. Resumido pela máxima, "eu discordo do que você diz, mas defenderei até a morte seu direito de dizê-lo", essa liberdade garante a liberdade de cometer erros, de insultar, de discordar e de blasfemar.

Embora o Decreto Rushdie tenha no início chocado o Ocidente, desde estão tornou-se a norma. Quando se trata do Islã, a liberdade de expressão é apenas uma lembrança anterior a 1989. Escritores, artistas e editores sabem muito bem que criticar o Islã pode colocar suas vidas em perigo.

Muçulmanos britânicos queimam "Os Versos Satânicos " em janeiro de 1989.

Líderes ocidentais às vezes ficam do lado daqueles que insultam o Islã. A primeira ministra britânica Margaret Thatcher resistiu à pressão de Teerã em 1989 e declarou: "não há razão pela qual o governo poderia pensar na possibilidade de proibir" Os Versos Satânicos. Outros governos reforçaram essa posição firme; por exemplo o Senado dos Estados Unidos aprovou por unanimidade "proteger o direito de escrever, publicar, vender, comprar e ler livros sem medo de violência".

Na mesma linha, o primeiro ministro dinamarquês Anders Fogh Rasmussen se manteve firme em 2006 quando as charges desrespeitosas de Maomé em um jornal de Copenhague levou a uma tempestade de protestos: "Trata-se de uma questão de princípios", declarou ele. "Como primeiro ministro, não tenho nenhum poder de limitar a imprensa – nem desejo tal poder".

Ambos incidentes levaram à violência e a boicotes que custaram caro, no entanto o princípio sobrepujou as vantagens. Outros líderes ocidentais fraquejaram na defesa da livre expressão. Os governos da Austrália, Áustria, Canadá, Finlândia, França, Grã-Bretanha, Israel, e a Holanda tentaram ou conseguiram prender os que insultaram o Decreto Rushdie.

A administração Obama agora se juntou a essa lista ignominiosa. A pressão sobre o Sr. Jones corroeu ainda mais a liberdade de expressão em relação ao Islã e implicitamente consolidou o status privilegiado do Islã nos Estados Unidos, segundo o qual os muçulmanos podem insultar os outros enquanto eles não podem ser insultados. Isso levou o país à dhimmitude, uma condição em que não muçulmanos reconhecem a superioridade do Islã. E por último, o Sr. Obama de fato aplicou a lei islâmica, um precedente que pode levar a outras formas compulsórias de submissão à Sharia.

O Sr. Obama deveria ter seguido a liderança do Sr. Rasmussen e zelar pelo princípio da liberdade de expressão. Seu fracasso nessa questão significa que os americanos devem identificar e resistir a futuras aplicações do Decreto Rushdie pelo governo dos Estados Unidos ou de quaisquer outros aspectos da Sharia.

por Daniel Pipes
Washington Times
21 de Setembro de 2010

http://pt.danielpipes.org/8891/decreto-rushdie-florida

Original em inglês: "Rushdie Rules" Reach Florida
Tradução: Joseph Skilnik

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O RABINO TOLO E OS OPORTUNISTAS por Marcos Guterman

Todos os dias, várias vezes ao dia, líderes religiosos muçulmanos, palestinos inclusive, pregam abertamente a destruição de Israel e a morte dos judeus. Basta dar uma olhada nos jornais do mundo árabe e na imprensa iraniana para constatar esse fato, que, no entanto, não é objeto de repúdio dos “humanistas” palestinos e de seus simpatizantes.Bastou, porém, que um rabino israelense tolo, Ovadia Yosef, dissesse que os palestinos “deveriam desaparecer da terra” para que os “humanistas” despejassem todo o seu ódio a Israel, qualificando o rabino de “nazista” e usando sua frase infeliz como prova de que os judeus israelenses preparam o “genocídio” dos palestinos. Referindo-se a Yosef como “membro do governo israelense” – um exagero retórico típico, já que o rabino é apenas o “líder espiritual” de um dos partidos da coalizão que sustenta o governo de Israel –, o dirigente palestino Saeb Erekat cobrou do premiê Binyamin Netanyahu uma “firme condenação” da diatribe. Disse que Yosef reproduz a “incitação ao racismo contra os palestinos que está em curso em Israel”. As lideranças palestinas, porém, jamais cobraram moderação daqueles que incitam o racismo contra os judeus. Pelo contrário: o próprio establishment palestino e islâmico no Oriente Médio prega a eliminação dos judeus ou permite a pregação. Há uma extensa lista de exemplos, mas fiquemos apenas em três: “Todas as armas têm de estar voltadas contra os judeus, inimigos de Allah, aqueles que o Corão descreve como macacos e porcos, adoradores de ídolos. Allah determinará a governança muçulmana sobre os judeus. Vamos explodi-los em Hadera, vamos explodi-los em Tel Aviv e em Netanya… Abençoamos todos aqueles que educam seus filhos para a jihad e para o martírio. Abençoados aqueles que dão um tiro na cabeça de um judeu”.

Sermão transmitido pela TV da Autoridade Nacional Palestina em 3 de agosto de 2001.

“Os judeus são um câncer que está se espalhando pelo corpo da nação árabe e da nação islâmica, um câncer que vai atingir as instituições árabes, os vilarejos e os campos de refugiados.”

Sermão do xeque Ibrahim Mudeiris, transmitido pela TV da Autoridade Nacional Palestina em 7 de janeiro de 2005

“Ó, Deus, fortaleça o islã e os muçulmanos, humilhe os infiéis e a infidelidade. Ó, Deus, destrua nossos inimigos, os judeus e os cruzados inimigos do islã.”

Sermão do xeque Jamal Shakir na mesquita Rei Abdallah, em Amã, transmitido pela TV da Jordânia Canal 1, em 5 de março de 2004.

Fonte; Jornal Estadão.

domingo, 27 de junho de 2010

Flotilha armada: brasileira que atua na IDF conta o que viu


"Mesmo com braceletes dizendo médico em quatro línguas (inglês, turco, árabe e hebraico) e estetoscópios no pescoço, também a nós eles tentaram agredir. Um deles cuspiu no nosso cirurgião. Um outro deu um soco na enfermeira que tentava medicá-lo."

Sei que todos já estão cansados de ouvir falar do que aconteceu em Gaza nesta semana, mas como ouvi muitas asneiras por aí, resolvi contar a vocês a minha versão da história. Eu não quero que pensem que virei alguma ativista ou algo do gênero. Eu continuo a mesma Ana de sempre. Mas por ter feito parte desse episódio, não posso me abster de falar a verdade dos fatos. Eu estava lá! Ninguém me contou. Não li no jornal. Não vi fotos na Internet ou vídeos no Youtube. Vi tudo como foi mesmo, ao vivo e com muitas cores. Como vocês sabem, eu estou servindo com médica na medicina de emergência do Exército de Israel, departamento de trauma. Isso significa: medicina em campo.

4h30 da manhã de segunda-feira: meu telefone do Exército começa a tocar. Possíveis conflitos em Gaza? Pedido de ajuda da força médica, garantir que não faltarão médicos. Minha ordem: aprontar-me rapidamente e pegar suprimentos, o helicóptero virá me buscar na base. No caminho, me explicam a situação. Há um navio da ONU tentando furar a barreira em Gaza. Li todos os registros fornecidos pela inteligência do Exército (até para entender o tamanho da situação). O navio se aproximou da costa a caminho de Gaza. O acordo entre Israel e a ONU é que todos os barcos devem ser inspecionados no porto de Ashdod em Israel e todos os suprimentos devem ser transportados pelo nosso Exército a Gaza. Isso porque cerca de 14 mísseis tem sido lançados de Gaza contra Israel diariamente. E não podemos permitir que mais armamento e material para construção de bombas seja enviado ao Hamas, grupo terrorista que controla gaza. Dessa forma, evitamos uma nova guerra. Ao menos por agora.

O navio se recusou a parar. Disseram que eles mesmo entregariam a carga a Gaza. Assim, diante de um navio com 95% de civis inocentes (os outros 5% são ativistas de grupos terroristas aliados ao Hamas, que tramaram toda essa confusão), Israel decidiu oferecer aos comandantes do navio que parassem para inspeção em alto mar. Mandaríamos soldados para inspecionar o navio e se não houvesse armamento ele poderia seguir rumo a Gaza. Essa foi uma atitude extremamente pacifista do nosso exército, em respeito aos civis que estavam no navio. E, se não há armamento no navio, qual é o problema de que ele seja inspecionado? Os comandantes do navio concordaram com a inspeção.

5:00h - Minha chegada em Gaza. Exatamente no momento em que os soldados estavam entrando nos barcos. E foram gratuitamente atacados: tiveram suas armas roubadas, foram espancados e esfaqueados. Mais soldados foram enviados, desta vez para controlar o conflito. Cerca de 50 pessoas se envolveram no conflito, 9 morreram. Morreram aqueles que tentaram matar nossos soldados, aqueles que não eram civis pacifistas da ONU, mas sim militantes terroristas que comandavam o grupo. Todos os demais 22 feridos entre os tripulantes do navio, foram atendidos e resgatados por nós, eu e minha equipe e enviados para os melhores hospitais em Israel.

Entre nós, nove feridos. Tiros, facadas e espancamento. Um deles ainda está em estado gravíssimo após concussão e seis tiros no tronco. Meninos entre 18 e 22 anos, que tinham ordem para inspecionar um navio da ONU e não ferir ninguém. E não o fizeram. Israel não disparou nem o primeiro, nem o segundo tiro. Fomos punidos por confiar no suposto pacifismo da ONU. Se soubéssemos a intenção do grupo, jamais teríamos enviados nossos jovens praticamente desarmados para dentro do navio. Ele teria sim sido atacado pelo mar. E agora todos os que ainda levantam a voz contra Israel estariam no fundo mar.

Depois de atender os nossos soldados, me juntei a outra parte da nossa equipe que já cuidava dos tripulantes. Mesmo com braceletes dizendo médico em quatro línguas (inglês, turco, árabe e hebraico) e estetoscópios no pescoço, também a nós eles tentaram agredir. Um deles cuspiu no nosso cirurgião. Um outro deu um soco na enfermeira que tentava medicá-lo. Além de agressores, são também ingratos. Eu trabalhei por 6 horas seguidas atendendo somente tripulantes do navio. Todo o suprimento médico e ajuda foram oferecidos por Israel. Depois do final da confusão o navio foi finalmente inspecionado. Lotado de armas brancas e material para confecção de bombas caseiras. Onde é que está o pacifismo da ONU??? Na terça-feira, fui visitar não só os nossos soldados, mas também os feridos do navio. Essa é a política que Israel tenta manter: nós não matamos civis como os terroristas árabes. Nós não nos recusamos a enviar ajuda a Gaza. Nós não queremos mais guerra. Mas jamais vamos permitir que matem os nossos soldados.

Só milionário idiota que acha lindo ser missionário da ONU não entende que guerra não é lugar para civis se meterem. Havia um bebê no barco (que saiu ileso, obviamente): alguém pode explicar por que uma mãe coloca um bebê em um navio a caminho de uma zona de guerra? Onde eles querem chegar com isso? Eles não entendem que foram usados como ferramenta contra Israel, e que a intenção nunca foi enviar ajuda a Gaza e sim gerar polêmica e criar ainda mais oposição internacional. E continuam sem entender que dar força ao terrorismo do Hamas, do Hezbollah ou do Irã só significa mais perigo. Não só a Israel, mas ao mundo todo. E o presidente Lula precisa também entender que desta guerra ele não entende. E que o Brasil já tem problemas demais sem resolver. Tem mais gente passando fome que Gaza. Tem muito mais gente morrendo vítima da violência urbana no Rio do que mortos nas guerras daqui. E passar a cuidar dos problemas daí. Dos daqui, cuidamos nós.

Eu sempre me orgulho de ser também brasileira. Mas nesta semana chorei. De raiva, de raiva de ver que especialmente no Brasil, muito mais do que em qualquer outro lugar, as notícias são absolutamente distorcidas. E isso é lamentável. Não me entendam mal. Eu não acho que todos os árabes são terroristas. Mas sei que quem os controla hoje é. E que esta guerra não é só contra Israel. O Islamismo prega o extermínio de todo o mundo não árabe. Nós só somos os primeiros da lista negra. Por favor, encaminhem este e-mail aos que ainda não entendem que guerra é guerra e que os terroristas não são coitadinhos. Eu prometo escrever da próxima vez com melhores notícias e melhor humor. Tenho algumas boas aventuras pra contar.

Ana Luiza Tapia fez "Aliá" há pouco mais de dois anos e serve ao exército israelense (IDF - Israel Defense Forces), na área médica.

http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/oriente-medio/11137-flotilha-armada-brasileira-que-atua-na-idf-conta-o-que-viu.html


sexta-feira, 4 de junho de 2010

Os participantes da Flotilha/Gaza; querem explicar como eles podem contribuir para um mundo melhor.Chega uma hora
Quando precisamos de fazer um show
Para o mundo, a Web e CNN
Não há pessoas morrendo,
Assim, o melhor que podemos fazer
É criar o maior bluff de todos
Temos de continuar fingindo dia a dia
Que, em Gaza, não há crise, a fome ea peste
Porque os bilhões de dólares em ajuda não vai comprar suas necessidades básicas
Como alguns queijos e mísseis para as crianças
Vamos tornar o mundo
motivo de abandono
Nós vamos fazer todos eles acreditam que o Hamas
Theresa é Momma
Nós somos pacíficos viajantes
Com armas e nossas próprias facas
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV
Ooooh, nós vamos lhes facada no coração
Eles são soldados, ninguém se importa
Somos pequenos, e tiramos algumas fotos com as pombas
Como Deus nos mostrou, por factos não há demanda
Então, vamos sempre ganhar a mão superior
Vamos tornar o mundo
motivo de abandono
Nós vamos fazer todos eles acreditam que o Hamas
Theresa é Momma
Nós somos pacíficos viajantes
estamos agitando a nossa próprias facas
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV
Se o Islã e terror alegrar o seu humor
Mas se preocupe que ele não pode olhar tão bom
Bem, bem, bem bem que você não percebe
Você só precisa chamar a si mesmo
Um ativista da paz e de ajuda humana
Vamos tornar o mundo
motivo de abandono
Nós vamos fazer todos eles acreditam que o Hamas
Theresa é Momma
Nós somos pacíficos viajantes
Nós estamos agitando a nossa próprias facas
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV
Nós con o mundo
Nós con as pessoas
Nós vamos fazer todos eles acreditam que a IDF é Jack, o Estripador
Nós somos pacíficos viajantes
Nós estamos agitando a nossa próprias facas
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV
Nós con o mundo (Bruce: nós con o mundo ...)
Nós con as pessoas (Bruce: as pessoas que con ...)
Nós vamos fazer todos eles acreditam que a IDF é Jack, o Estripador
Nós somos pacíficos viajantes
Nós estamos agitando a nossa próprias facas
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV
A verdade nunca irá encontrar o seu caminho para a sua TV

A POLÍTICA EXTERNA DO LULA VIRA PIADA EM ISRAEL


Na visita do presidente Shimon Peres ao Brasil vimos toda cordialidade de um chefe de estado decente. Em nenhum momento Shimon Peres dasagravou o Brasil, muinto ao contrário parabelizou a nossa histórica convivência pacífica, entre os povos e nações. Mas a viagem de Lula ao Oriente Médio, não podemos dizer a mesma coisa, apesar de toda motivação econômica e interesse do Brasil, acabou incitando o anti-semitismo no nosso pais, como temos visto. A visita de Lula a cinco países árabes no Oriente Médio, causou mal-estar em todo o mundo ocidental democrático. Se ele quer ser amigo dos árabes, problema dele. Mas parece me que este governo atrai governos ditatoriais e anti-democráticos. Lula em visita ao Knesset, parlamento israelense, desagravou e criticou o único pais democrático na região do Oriente Médio; Israel. Se meteu na onde não devia, na política interna de Israel e disse que; Israel não tem o direito de fazer oque tem feito. Ora, o presidente brasileiro deveria vir a Israel e conhecer melhor o que é o Primeiro Mundo, e não ficar passeando em países ditatoriais e achar que tudo é antifada. Os israelenses gostam muito do futebol brasileiro, mas o governo do Brasil deveria jogar melhor no campo de suas relações diplomáticas. Oque o Lula tem feito é incitar o anti-semitismo no Brasil e no mundo, nada mais. E vice versa, como vimos no vídeo, a política externa do Brasil é motivo de chacota no mundo civilizado, ou voçês acham que com 40 milhões de faméílicos e 70 milhões de analfabetos, o Brasil que não conseguiu nem fazer a lição de casa, vai ditar oque os outros países devem fazer? Realmente é uma piada, ha, ha, ha...

segunda-feira, 31 de maio de 2010

AJUDA HUMANITÁRIA SUSPEITA SÓ QUER DEMONIZAR ISRAEL.

Militantes pró-Hamas, disfarçados de ativistas humanitários só queriam chamar a atenção da mídia e demonizar Israel, e pior ainda, ganham notoriedade na mídia mundial. Todo dia, famílias judias sepultam seus entes queridos, baleados por franco-atiradores, estraçalhados por bombas detonadas por terroristas, e até mesmo por "homens-bomba" ou terroristas suicidas. Ao se esconderem atrás de seus próprios civis, os radicais islâmicos estabelecem um desafio para as democracias: “ou violar sua própria moralidade, vindo atrás de nós e inevitavelmente matando alguns civis inocentes, ou manter sua moralidade e deixar-nos com as mãos livres para alvejar os seus civis inocentes”. São os mesmos inimigos históricos de Israel e de D'US:“...nada há, pois, de novo debaixo do sol” Ec 1.9. As provocações do Hezbollah (Partido de Alá) e do Hamas contra Israel, demonstraram mais uma vez como os terroristas exploram os direitos humanos e a mídia em seus ataques as democracias. Então, quando esses escudos humanos são mortos ou feridos pelo fogo israelense, a mídia descarrega sua exaltação contra o soldado atirador ou o piloto israelense, não contra o terrorista calculista. Os corpos de terroristas mortos, ou de seus escudos humanos, são depois exibidos pela mídia tendenciosa, quase sempre já a posto disponível para noticiar contra Israel, como "vítimas inocentes da agressão israelense". E os clamores orquestrados pela "proporcionalidade" ficam mais altos. Esses desafios apresentam a democracias como Israel uma opção de “perder ou perder” e aos terroristas uma opção de “vencer ou vencer”. E aqui temos uma descrição clara do anti-semitismo moderno em ação: em primeiro lugar está o desejo brutal e profundo do povo islâmico de destruir Israel por todos os meios e métodos, incluindo o uso de crianças como bombas-humanas; e em segundo lugar, está a mídia internacional distorcendo a verdade daquilo que está acontecendo, de forma que Israel seja visto como o epíteto de uma nação maléfica. Essa é a fórmula que sempre funcionou. Os fundamentalistas islâmicos a conhecem muito bem. Organizações terroristas como o Hezbollah (Partido de Alá) e o Hamas aperfeiçoaram o uso dessa receita ao ponto de fazer dela uma "tática de guerra". Os terroristas islâmicos atacam e lutam até ao ponto em que estão perdendo. Então o mundo vem em seu socorro e os resgata, "coitados pacifistas humanitários," para que possam voltar a lutar no futuro.
É lamentável mas os grupos de "realizadores de boas ações" está de volta. Repórteres e correspondentes os descrevem como "voluntários humanitários, valentes, heróicos e mantenedores da paz". Será? Será? Não é oque veremos nos vídeos a seguir;
A confusão começou quando a Marinha israelense avisou que não havia autorização para os seis navios entrarem no seu território. Quando os soldados israelenses chegaram aos navios foram atacados por supostos "pacifistas" da causa palestina com extrema violência, um dos ativistas chegou a tomar um fuzil de um soldado israelense e começado a atirar e só parou quando acabou as munições.

Marinha de Israel adverte Comboio de Barcos com destino à Gaza 31/5/2010

Veja este vídeo Onde membros da Flotilha utilizam de alta violência contra os Soldados israelenses durante a embarcação destes no Navio.
Veja este vídeo onde soldado de Israel é atacado a golpes de pé-de-cabra.

Se o Hamas parasse de lançar foguetes e de enviar homens-bomba suicidas para Israel , não haveria necessidade de se defender. Não teria nenhum embargo, as fronteiras estariam abertas e a paz e a prosperidade viriam a seguir. Temos que apoiar e ficar ao lado de um posto avançado da liberdade, que está resistindo a um ataque terrorista sem precedentes. Fiquemos ao lado de Israel, na luta contra a tirania do terror do Hamas, e ajudar a derrotar um inimigo que ameaça a todos nós, que ameaça toda a humanidade, o terror. A Israel e a todos os paises livres é dado o direito a sua ampla defesa e a de seus cidadãos.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

"Mazal Tov Yerushalaim"


"Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém,
que se resseque a minha mão direita.
Apegue-se-me a língua ao paladar,
se não me lembrar de ti,
se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria."

(Salmos 137: 5-6)












sábado, 8 de maio de 2010

Israel Ontem, Hoje e Eternamente.


"Hó Grande Adonai Rei do Universo, Rocha Forte de Israel e seu Redentor! Por favor, abençoa o Estado de Israel, princípio do crescimento da nossa redenção. faz recair uma grande paz, bem-estar e bênção, vida, graça e misericórdia sobre nós e sobre todo o Teu povo Israel, e abençoa-nos a todos conjuntamente com a Luz da Tua Presença; porque com o fulgor dessa mesma Presença deste-nos, Eterno, D-us nosso, leis para a vida e amor benevolente, justiça e misericórdia, bênção e paz; e seja agradável a Teus olhos abençoar-nos e abençoar o Teu povo Israel em todo o tempo e em todos os lugares, as bênçãos da Tua paz. "Ampara-o com a Tua benevolência e estende sobre ele a tenda da Tua paz; envia a Tua luz e a Tua verdade aos seus dirigentes, ministros e conselheiros, encaminhando-os com os Teus bons conselhos. Fortifica as mãos dos defensores da nossa Santa Terra e faze-os herdar, ó nosso D-us, a salvação, coroando-os com a coroa de glória; proporciona paz na terra e alegria eterna aos seus moradores. Em todas as terras da sua dispersão e encaminha-os pronto de cabeça erguida, a Tzion, Tua cidade, e a Yerushalaim, morada do Teu glorioso Nome, conforme está escrito na Lei de Moshe, teu servo: "Ainda que o teu desterro esteja na extremidade dos céus, dali te ajuntará o ETERNO, teu D-us, e dali te tomará; e te trará o ETERNO, teu D-us, à terra que herdaram teus pais, e a herdarás". Aleluiah, amem."
(do Sidur)

quinta-feira, 25 de março de 2010

"ATÉ QUANDO O MUNDO VAI TENTAR IMPEDIR ISRAEL, DE CONSTRUIR SUAS CASAS E PERMITIR QUE O IRÁ TENHA ARMAS NUCLEARES?"



























Mesmo que haja uma crise de “proporções históricas”, como foi definido pelo embaixador israelense em Washington, fará com que o ministro das Relações Exteriores mude seu posicionamento. “O que eles esperam que façamos?” Proibir os judeus de construir suas casas no lado oriental da cidade ou de comprar terrenos ali? Não haverá discriminação em favor dos árabes”, disse o ministro Avigdor Lieberman ao Ynet News, acrescentando que “não devemos ficar histéricos”. Ao falar sobre a exigência dos EUA por uma paralisação nas construções em Jerusalém oriental, o ministro fez uma comparação de que, se fosse assim, os árabes então não poderiam fazer compras no lado ocidental da cidade e nem construir também. “Se isso acontecesse, seríamos tido como um país do Apertheid”. E o ministro conclui: “O que o mundo está fazendo com Israel ninguém vê acontecer com a Coreia do Norte ou com o Irã. E o governo Palestino? É um governo sem nenhum controle sobre a Faixa de Gaza, onde o Hamas controla tudo. É um governo que adiou por três vezes suas eleições, mas a pressão recai somente sobre nós. O mundo precisa levar tudo isso em consideração e ver as coisas como realmente são”

(extraído do Ynet News, 16/03/2010).

"A ISRAEL DEVE SEMPRE RESERVAR-SE O DIREITO DE SE DEFENDER."


Membros da Administração Obama, Senadores, Membros do Congresso, ministro da Defesa Ehud Barak, ministro Uzi Landau , embaixador Michael Oren, Howard Kohr, Victor David, Lee Rosenberg, Líderes da AIPAC, Senhoras e Senhores:

Quando o mundo enfrenta desafios monumentais, sei que Israel e Estados Unidos vão enfrentá-los juntos. Estamos juntos porque somos animados pelos mesmos ideais e inspirados pelo mesmo sonho - o sonho de alcançar a segurança, a prosperidade e a paz.

Este sonho parecia impossível para muitos judeus no século passado.

Neste mês, meu pai comemorou seu centésimo aniversário. Quando ele nasceu, os czares governavam a Rússia, o Império Britânico abarcava todo o mundo e os otomanos governavam o Oriente Médio. Durante sua vida, todos esses impérios desmoronaram, outros floresceram e sucumbiram, e o destino judaico passou do desespero para uma nova esperança - o renascimento do Estado judeu. Pela primeira vez em dois mil anos, o povo judeu soberano podia defender-se contra ataques.

Antes disso, fomos submetidos à incessante barbárie: A carnificina da Idade Média, a expulsão dos judeus da Inglaterra, Espanha e Portugal, os massacres sanguinários dos judeus da Ucrânia, os pogroms na Rússia, que culminaram com o maior dos males - o Holocausto.

A fundação de Israel não interrompeu os ataques contra os judeus. Limitou-se a dar aos judeus o poder deles próprios se defenderem contra aqueles ataques.

Meus amigos,

Quero dizer a vocês sobre o dia em que compreendi a profundidade dessa transformação. Foi o dia em que conheci Shlomit Vilmosh, há mais de 40 anos atrás. Eu servi com seu filho, Haim, na mesma unidade de elite do exército. Durante uma batalha em 1969, Haim foi morto por uma rajada de metralhadora.

Em seu funeral, descobri que Haim nascera pouco depois que sua mãe e seu pai foram libertados dos campos de morte da Europa. Se Haim tivesse nascido dois anos antes aquele corajoso jovem teria sido atirado aos fornos como um milhão de outras crianças judias. Shlomit, a mãe de Haim, me disse então que estava bastante angustiada, mas também muito orgulhosa. Pelo menos, ela disse, meu filho caiu vestindo o uniforme de um soldado judeu defendendo o Estado judeu.

Uma e outra vez, o exército israelense foi obrigado a repelir os ataques de poderosos inimigos determinados a nos destruir. Quando o Egito e a Jordânia reconheceram que não poderiam nos derrotar em batalha, adotaram o caminho da paz.

Ainda há aqueles que continuam a agressão contra o Estado judeu e abertamente pedem a nossa destruição. Eles procuram alcançar este objetivo através do terrorismo, dos ataques de mísseis e, mais recentemente, através do desenvolvimento de armas atômicas.

A reunião do povo judeu em Israel não dissuadiu esses fanáticos. Na verdade, isso só tem aguçado seu apetite. Governantes do Irã dizem que "Israel é país de uma só bomba". O chefe do Hezbolá diz: "Se todos os judeus se reúnem em Israel, isso irá poupar-nos do trabalho de persegui-los em todo o mundo".

Meus amigos,

Estes são fatos desagradáveis, mas são os fatos.

A maior ameaça para qualquer organismo vivo ou nação não é a de reconhecer o perigo a tempo. Setenta e cinco anos atrás, muitos líderes ao redor do mundo puseram suas cabeças na areia. Incontáveis milhões de pessoas morreram na guerra que se seguiu. Finalmente, dois dos maiores líderes da história ajudaram a maré a mudar. Franklin Delano Roosevelt e Winston Churchill ajudaram a salvar o mundo. Mas era tarde demais para salvar seis milhões do meu próprio povo.

O futuro do Estado judeu nunca pode depender da boa vontade até mesmo do maior dos homens. Israel deve sempre reservar-se o direito de se defender.

Hoje, uma ameaça sem precedentes para a humanidade é iminente. Um regime radical iraniano com armas nucleares poderia trazer um fim à era da paz nuclear que o mundo tem desfrutado nos últimos 65 anos. Esse regime poderia fornecer armas nucleares a terroristas e poderia mesmo ser tentado a usá-las. Nosso mundo nunca mais seria o mesmo. A descarada corrida do Irã para desenvolver armas nucleares é, em primeiro lugar, uma ameaça para Israel, mas também é uma grave ameaça para a região e para o mundo.

Israel espera que a comunidade internacional aja rápida e decisivamente para impedir esse perigo. Mas sempre nos reservamos o direito da autodefesa.

Temos também de nos defender contra mentiras e difamações. Ao longo da história, as calúnias contra o povo judeu sempre precederam as agressões físicas contra nós e foram usadas para justificar esses ataques. Os judeus eram chamados de envenenadores da humanidade, fomentadores da instabilidade e fonte de todo o mal sob o sol.

Infelizmente, esses ataques caluniosos contra o povo judeu também não terminaram com a criação de Israel. Por um tempo, o antissemitismo ostensivo foi colocado em xeque pela vergonha e o choque do Holocausto. Mas só por um tempo. Nas últimas décadas, o ódio aos judeus ressurgiu com força crescente, mas com uma distorção insidiosa. Não é apenas dirigida ao povo judeu, mas cada vez mais ao Estado judeu. Na sua forma mais perniciosa, alega que, se Israel não existisse, muitos dos problemas do mundo acabariam.

Meus amigos,

Será que isso significa que Israel está acima de qualquer crítica? Claro que não. Israel, como qualquer democracia, tem suas imperfeições, mas nós nos esforçamos para corrigi-las através do debate aberto e escrutínio. Israel tem tribunais independentes, Estado de Direito, imprensa livre e um vigoroso debate parlamentar - acreditem, é vigoroso.

Eu sei que membros do Congresso se referem um ao outro, como “o meu ilustre colega de Wisconsin ou o senador da Califórnia”. Em Israel, os membros do Knesset não se referem assim aos seus ilustres colegas de Kiryat Shmona ou de Beer Sheva. Dizemos, bem, vocês não vão querer saber o que falamos. Em Israel, a autocrítica é um modo de vida, e aceitamos que a crítica faz parte da condução dos assuntos internacionais.

Mas Israel deve ser julgado pelos mesmos padrões aplicados a todas as nações, e as alegações contra Israel devem ser baseados em fatos. A alegação pela qual se tenta descrever os judeus como colonizadores estrangeiros na sua própria pátria é uma das grandes mentiras dos tempos modernos.

Em meu escritório tenho um anel com sinete, que me foi emprestado pelo Departamento de Antiguidades de Israel. O anel foi encontrado junto ao Muro Ocidental, mas remonta a cerca de 2.800 anos atrás, duzentos anos depois que o rei Davi transformou Jerusalém em nossa capital. O anel é um selo de um funcionário judeu, e inscrito em hebraico está o seu nome: Netanyahu. Netanyahu Ben-Yoash. Esse é meu sobrenome. Meu primeiro nome, Benjamin, remonta 1.000 anos antes de Benjamin, filho de Jacob. Um dos irmãos de Benjamin era chamado Shimon, que também acontece de ser o primeiro nome do meu bom amigo, Shimon Peres, o presidente de Israel. Cerca de 4.000 anos atrás, Benjamin, Shimon e seus dez irmãos vagavam pelas montanhas da Judéia.

Senhoras e Senhores,

A ligação entre o povo judeu e a terra de Israel não pode ser negada. A ligação entre o povo judeu e Jerusalém não pode ser negada. O povo judeu esteve construindo Jerusalém 3.000 anos atrás e o povo judeu constrói Jerusalém hoje.

Jerusalém não é um assentamento. É a nossa capital.

Em Jerusalém, meu governo tem mantido as políticas de todos os governos israelenses desde 1967, incluindo aqueles liderados por Golda Meir, Menachem Begin e Yitzhak Rabin. Hoje, quase um quarto de um milhão de judeus, quase a metade da população judaica da cidade, vive em bairros que estão mais além das linhas de 1949. Todos estes bairros estão dentro de uma distância de cinco minutos de carro da Knesset. Eles são parte integrante e inseparável da Jerusalém moderna. Todo mundo sabe que esses bairros serão parte indivisível de Israel em qualquer acordo de paz. Portanto, construir neles, de forma alguma exclui a possibilidade de uma solução de dois Estados.

Nada é mais raro no Oriente Médio do que a tolerância às crenças dos outros. É apenas sob soberania israelense, em Jerusalém, que a liberdade religiosa para todas as crenças tem sido garantida. Enquanto prezamos nossa pátria, também reconhecemos que os palestinos vivem lá igualmente. Nós não queremos dominá-los. Nós não queremos governá-los. Nós os queremos como vizinhos, vivendo em segurança, dignidade e paz. No entanto, Israel é injustamente acusado de não querer fazer a paz com os palestinos. Nada poderia estar mais longe da verdade.

Meu governo deu provas do seu compromisso com a paz em palavras e atos. Desde o primeiro dia pedimos à Autoridade Palestina que inicie as negociações de paz sem demora. Eu faço esse mesmo pedido hoje. Presidente Abbas, venha negociar a paz. Líderes que realmente querem a paz devem sentar-se frente a frente.

Naturalmente que os Estados Unidos podem ajudar as partes a resolverem seus problemas, mas não podem resolver os problemas para as partes. A paz não pode ser imposta de fora. Ela só pode vir através de negociações diretas nas quais estamos desenvolvendo confiança mútua.

No ano passado, falei de uma visão de paz na qual um Estado palestino desmilitarizado reconhece o Estado judeu. Assim como os palestinos esperam que Israel reconheça um Estado palestino, nós esperamos que os palestinos reconhecessem o Estado judeu.

Meu governo retirou centenas de bloqueios, barreiras e postos para facilitar o movimento dos palestinos. Como resultado, ajudamos a impulsionar um boom fantástico na economia palestina (cafeterias, restaurantes, empresas, e até mesmo cinemas multiplex). E anunciamos uma moratória sem precedentes nas novas construções israelenses na Judéia e na Samária.

Isto é o que meu governo fez pela paz. O que tem feito a Autoridade Palestina pela paz? Bem, eles só têm colocado pré-condições para as negociações de paz, movem uma implacável campanha internacional para minar a legitimidade de Israel, e promoveram o notório Relatório Goldstone, que falsamente acusa Israel de crimes de guerra. Na verdade, eles estão fazendo bem agora no âmbito da ONU o que grotescamente fizeram no Conselho dos Direitos Humanos da ONU.

Quero agradecer ao presidente Obama e ao Congresso dos Estados Unidos por seus esforços em frustrar essa calúnia, e peço pelo seu contínuo apoio.

De forma lamentável, a Autoridade Palestina também continua o incitamento contra Israel. Alguns dias atrás, uma praça pública nas imediações de Ramallah recebeu o nome de uma terrorista que matou 37 civis israelenses, incluindo 13 crianças. A Autoridade Palestina nada fez para impedir isso.

Senhoras e Senhores,

A paz exige reciprocidade. Não pode ser uma rua de mão única, na qual só Israel faz concessões. Israel está pronto a assumir compromissos necessários para a paz. Mas esperamos que os palestinos comprometam-se também. Mas uma coisa que nunca vai se comprometer é a nossa segurança.

É difícil explicar a situação da segurança de Israel para alguém que vive em um país com 500 vezes o tamanho de Israel. Mas imaginem os Estados Unidos inteiros comprimidos no tamanho de Nova Jersey. Em seguida, ponha na fronteira norte de Nova Jersey um representante terrorista do Irã chamado Hezbolá, que dispara 6.000 foguetes contra esse pequeno Estado. Imaginem então que este agente terrorista acumulou mais de 60.000 mísseis para lançar sobre você. Espere. Eu não terminei ainda. Agora, imaginem na fronteira sul de Nova Jersey outro agente terrorista iraniano chamado Hamas. Ele também lançou 6.000 foguetes contra o seu território, enquanto contrabandeia armas ainda mais letais ao seu território. Vocês não acham que se sentiriam um pouco mais vulneráv eis? Vocês acham que poderiam esperar alguma compreensão da comunidade internacional quando se defenderem?

Um acordo de paz com os palestinos devem incluir medidas de segurança eficazes na região. Israel precisa se certificar de que o que aconteceu no Líbano e em Gaza não volte a acontecer na Cisjordânia.

O principal problema da segurança de Israel com o Líbano não é sua fronteira com o Líbano. É a fronteira do Líbano com a Síria, através da qual o Irã e a Síria contrabandeiam dezenas de milhares de armas ao Hezbolá.

O principal problema da segurança de Israel com Gaza não é sua fronteira com Gaza. É a fronteira de Gaza com o Egito, na qual cerca de 1.000 túneis foram cavados para contrabandear armas. A experiência tem demonstrado que apenas a presença israelense no local pode impedir o contrabando de armas. É por isso que um acordo de paz com os palestinos deve incluir uma presença israelense na fronteira oriental de um futuro Estado palestino.

Se a paz com os palestinos comprovar sua durabilidade ao longo do tempo, poderemos rever os acordos de segurança. Estamos dispostos a assumir riscos para a paz, mas não seremos irresponsáveis com a vida da nossa população e a vida do primeiro e único Estado judeu.

Senhoras e Senhores,

O povo de Israel quer um futuro no qual nossos filhos já não experimentem os horrores da guerra. Queremos um futuro no qual Israel realize todo o seu potencial como um centro global de tecnologia, ancorado nos seus valores e viva em paz com todos os seus vizinhos.

Eu pressinto um Israel que pode dedicar ainda mais os seus talentos criativos e científicos para ajudar a resolver alguns dos grandes desafios da atualidade, antes de tudo, encontrar um substituto limpo e acessível (Nota do tradutor: mais barato) para a gasolina. E quando encontrarmos essa alternativa, vamos parar de transferir centenas de bilhões de dólares para regimes radicais que apóiam o terror.

Estou confiante que na perseguição destes objetivos, temos a amizade duradoura dos Estados Unidos da América, a maior nação da terra. O povo americano tem sempre demonstrado a sua coragem, sua generosidade e decência. De um presidente para o seguinte, de um Congresso para o subsequente, o compromisso dos EUA com a segurança de Israel foi inabalável. No ano passado, o presidente Obama e o Congresso norte-americano deram significado a essa promessa, fornecendo assistência militar a Israel, permitindo exercícios militares conjuntos e trabalhando juntos na defesa antimísseis.

Assim também Israel tem sido um aliado leal e firme dos Estados Unidos. Como disse o vice-presidente Biden, a América não tem melhor amigo na comunidade das nações que Israel. Durante décadas, Israel serviu como um baluarte contra o expansionismo soviético. Hoje, está ajudando a América a conter a onda militante do islã. Israel compartilha com os Estados Unidos tudo o que sabe sobre como combater um novo tipo de inimigo. Trocamos informações de inteligência. Cooperamos em inúmeros outros campos dos quais eu não estou liberado a divulgar. Esta cooperação é importante para Israel e está ajudando a salvar vidas americanas.

Nossos soldados e seus soldados lutam contra inimigos fanáticos que detestam os nossos valores comuns. Aos olhos desses fanáticos, somos vocês e vocês estão conosco. Para eles, a única diferença é que vocês são grandes e nós somos pequenos. Vocês são o Grande Satã e nós somos o Pequeno Satã. Esse ódio fanático pela civilização ocidental antecede o estabelecimento de Israel por mais de mil anos.

Os militantes islâmicos não odeiam o Ocidente por causa de Israel. Eles odeiam Israel por causa do Ocidente - porque consideram Israel como um posto avançado da liberdade e da democracia, que os impede de ultrapassarem o Oriente Médio. É por isso que quando Israel está contra seus inimigos, está contra os inimigos da América.

O presidente Harry Truman, o primeiro líder a reconhecer Israel, disse: "Eu tenho fé em Israel e eu acredito que ele tenha um futuro glorioso - não apenas como uma outra nação soberana, mas como uma personificação dos grandes ideais da nossa civilização".

Meus Amigos,

Estamos reunidos aqui hoje porque acreditamos nos ideais comuns. E por causa desses ideais, estou certo de que Israel e os EUA estarão sempre juntos.



Íntegra do histórico discurso do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, na Conferência da AIPAC em 22/3/2010.
Traduzido por Szyja Lorber - www.visaojudaica.com.br