Olá amiga(o)tudo bem? Quero agradecer pela sua visita a este espaço. Este blog é um lugar de amizade e informação entre pessoas. Que ele seja um lugar da mais Alta Shalom do Eterno. Desde Sião, que chuvas de bençãos caia sobre voçê e os seus amados. Que O Eterno D'us lhe exalte e bendiga! ✡ALESSANDRO MARTINS PAULA ✡: Março 2009

domingo, 29 de março de 2009

domingo, 22 de março de 2009

"Você estaria do lado de Hamã ou do lado de Ester?"



O melhor lugar para se procurar ajuda a respeito desse assunto é o notável e agradável livro de Ester. De fato, sua história é tão encantadora que o foco teológico e histórico central acaba passando despercebido. Esse ponto central fala sobre o assunto de que estamos tratando.
Pense rapidamente sobre a história: Ester, uma jovem judia, foi participar de um concurso de beleza, o que era totalmente inadequado para quem estava proibida de se casar com alguém que não compartilhasse da mesma fé.

Se ganhasse o concurso, ela se casaria com o rei e se tornaria rainha da Pérsia. Mordecai, seu primo mais velho e pai adotivo, era um funcionário da corte do rei e aconselhou Ester a manter sua identidade judaica em segredo, para que pudesse sobreviver, caso necessário, no mundo dos gentios. Afinal, essa tinha sido a estratégia do próprio Mordecai. Então, Hamã criou uma trama terrível para matar todos os judeus daquela terra.
Quando Mordecai soube a respeito, repentinamente sua herança judaica tornou-se mais importante para ele e o levou a buscar fazer tudo que estivesse ao seu alcance para impedir tal atrocidade. Como Ester estava em uma posição estratégica, eles elaboraram juntos um plano para revelar ao desapercebido soberano a maldade que estava para acontecer no seu reino. O problema é que Ester não se encontrava bem preparada para o papel que teria de desempenhar, e o plano teria realmente fracassado se não fosse por uma série de coincidências absolutamente impressionantes. Por acaso, o rei não conseguiu dormir e mandou chamar seus servos para lerem o livro de registro das crônicas. Por acaso, eles leram um trecho que falava sobre uma ocasião em que Mordecai tinha salvado a vida do rei. Mais tarde, naquela noite, aconteceu que o rei, cujo coração já era favorável a Mordecai e Ester, ficou sabendo do plano maligno de Hamã e que Mordecai e Ester eram judeus. Enraivecido com a atitude de Hamã, o rei ordenou a sua execução. Por coincidência, ele foi enforcado na própria forca que havia mandado construir naquele dia [para matar o judeu Mordecai].
Creio que o Senhor deseja que leiamos o livro de Ester como a representação do grande paradigma do Seu relacionamento com o povo da aliança – e do relacionamento dos judeus com Ele – durante os anos em que estiverem “deserdados” judicialmente da bênção completa dessa aliança. Considere os paralelos: no livro de Ester, os personagens principais são duas pessoas de origem judaica, que haviam abandonado seu relacionamento com Deus e estavam determinados a fazer o possível para ter sucesso no mundo gentio. Mas ainda havia um resquício de judaísmo neles, que se manifestou na determinação em não permitir que o povo judeu fosse destruído.
O paralelismo com a realidade do povo judeu nestes últimos dois mil anos não poderia ser mais exato. Seja por escolha própria ou por coação, os judeus tiveram de conquistar seu espaço em um mundo gentio hostil, e conseguiram mostrar que são muito habilidosos neste aspecto. Durante séculos, uma das ameaças mais constantes para a sobrevivência do povo judeu se encontra dentro deles mesmos: o impulso de assimilação. Mas quando surgia uma ameaça externa, a assimilação era abandonada, o judaísmo era orgulhosamente reafirmado e todas as energias eram direcionadas para libertação do povo de qualquer destruidor.
Agora, voltemos ao livro de Ester. O que nos chama mais a atenção nesse livro? O nome de Deus nunca é mencionado. Isso não foi porque Ele não estava agindo; mas porque se ocultava de todos, menos dos que criam nEle. Na verdade, foi Yahweh que tirou o sono daquele monarca e que guiou as mãos dos servos enquanto desenrolavam os rolos dos registros das crônicas. Resumindo, foi Deus quem libertou os judeus de Hamã, tanto quanto foi Deus quem libertou os judeus de Faraó. No caso de Hamã, contudo, é necessário ter os olhos da fé para ver a mão do Todo-Poderoso em ação.
Voltando para Israel nestes últimos dois mil anos: desprezado e perseguido, apesar disso sobreviveu como um povo. Nos últimos cinqüenta anos, foi vitorioso em três memoráveis guerras e continua a sobreviver como nação. Os não-crentes e céticos atribuem essas vitórias à coragem do povo e à pura sorte; os crentes reconhecem novamente a mão discreta mas poderosa de Deus, que prometeu preservar o Seu povo.
Agora, retornemos à questão inicial: os crentes devem apoiar Israel em sua luta pela terra? Creio que a mesma pergunta pode ser feita de uma forma um pouquinho diferente: se vivesse na corte persa há 2.500 anos atrás, você estaria do lado de Hamã ou do lado de Ester? (Parte copilado Douglas Bookman) Israel My Glory - http://www.beth-shalom.com.br

quinta-feira, 12 de março de 2009

"A OLIVEIRA BROTA E FLORESCE"

"E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra." Gn 12:3 ( Bereshit 12:3)

"Abençoarei os que te abençoarem" só por esta parte do verso, podemos concluir que quem não gosta do povo de D-us, não gosta também de D-us e vice-versa. E quem não abençoa ou não bendiz o povo de D-us, acaba por não ser agraciado e nem abençoado por D-us. E esta promessa foi feita pelo próprio dono da bênção. Se só deixar de ser abençoado parece algo ruim de se pensar, vejamos “e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem” , como fica a situação de quem declaradamente não gosta e nem
bendiz ou abençoa o povo de D-us?
Claramente D-us diz que é amaldiçoado aquele que maldiz o povo de D-us. Portanto, temos de ter muito cuidado com aquilo que falamos, para não acontecer de estarmos maldizendo ou deixando de abençoar Israel, a oliveira onde fomos enxertados, de onde provém a nossa seiva, o alimento.


quarta-feira, 11 de março de 2009

"HATIKVA" Canto de Esperança







Hatikva (hebraico: התקווה ,"Esperança")




Enquanto dentro do coração - De cada alma judia palpitar - E na direção do oriente - Os olhos se dirigirem - Ainda não passou nossa esperança - Esperança que tem dois mil anos - De ser um povo livre em nossa terra - A Terra de Tzion e Jerusalém








O hino nacional de Israel . Nasceu de um poema de Naftali Herz Imber, poeta polonês, escrito em homenagem à fundação da colônia sionista "Petach Tikva" ("A Porta da Esperança"), intitulado "Tikavatenu", ou "Nossa Esperança". Tikavatenu ganhou melodia em 1882, quando Samuel Cohen, um colono de Rishon le Tzion, teve acesso ao poema de Herz Imber. Desde então, com várias modificações na letra, a melodia foi adotada como hino do movimento sionista. A canção foi oficializada como Hino Nacional de Israel em 14 de maio de 1948, quando foi cantada durante a cerimônia de assinatura da declaração de independência do Estado de Israel, já com a letra atual.

terça-feira, 10 de março de 2009

PURIM É COMEMORAÇÃO PURIM É FESTA















segunda-feira, 9 de março de 2009

"FELIZ FESTA DE PURIM!!" - dia 14 do mês de Adar -9 Abril

"FELIZ FESTA DE PURIM!!"

A Palavra de Deus diz que as nações se tornaram cegas: "obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração" (Ef 4.18). Alguém que odiava os judeus perguntou a um velho judeu: "O que você pensa que acontecerá com o seu povo se nós continuarmos perseguindo vocês"? O judeu respondeu: "Haverá um novo feriado para nós!" "O que você quer dizer com isso?", perguntou o outro, "como vocês podem ter um novo feriado se continuarmos perseguindo vocês?" O velho judeu disse: "Veja bem, Faraó quis nos exterminar – e nós recebemos um feriado: a Páscoa! Hamã quis enforcar Mordecai e exterminar todos os judeus – e nós recebemos um novo feriado: Purim! Antiôco, o rei da Síria, quis exterminar os judeus. Ele ofereceu um porco ao deus Júpiter no templo – e Israel recebeu outro feriado: Hanucah! Hitler quis nos exterminar – e nós recebemos mais um feriado: Yom Ha’atzmaut, o Dia da Independência! Os jordanianos ocuparam Jerusalém Oriental durante 19 anos, impedindo-nos de orar no Muro das Lamentações, até que, no ano de 1967, nossos soldados libertaram Jerusalém Oriental. Desde então festejamos anualmente o Yom Yerushalaym, o Dia de Jerusalém! E caso continuarem nos perseguindo, receberemos mais feriados da parte de Deus!" E o velho judeu tem razão! Esta história continua sendo escrita: Israel receberá outro feriado. O monumento já foi levantado. No mundo inteiro só existe um único monumento a uma guerra que ainda não aconteceu. Qualquer um tem a oportunidade de vê-lo em Megido, e a placa indicativa diz que, de acordo com Apocalipse 16.16, Deus reunirá as nações para a guerra em Armagedom. Mas não somente isso. Também se cumprirá Zacarias 14.12 assim que os inimigos de Israel atacarem Jerusalém, e a sentença está lavrada: "Esta será a praga com que o Senhor ferirá a todos os povos que guerrearem contra Jerusalém: a sua carne se apodrecerá, estando eles de pé, apodrecer-se-lhes-ão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na boca." Por causa das armas químicas, esse cenário apocalíptico se torna compreensível. Mas nós cremos na promessa divina: "Porque eu sou contigo, diz o Senhor, para salvar-te; por isso, darei cabo de todas as nações entre as quais te espalhei; de ti, porém, não darei cabo, mas castigar-te-ei em justa medida e de todo não te inocentarei" (Jr 30.11).
Da mesma maneira Deus procedeu com os israelitas na Pérsia. O livro de Ester relata uma história estranha, que soa como um conto de fadas das mil e uma noites. A vida majestosa e cheia de pompa do Oriente e as intrigas que faziam parte da corte real da Pérsia são descritas de maneira muito realista: uma grande parte de Israel não conseguia se decidir a obedecer aos profetas, Isaías e Jeremias, para deixar a Babilônia e voltar para a sua terra, embora a ordem do Senhor fosse clara: "Saí da Babilônia, fugi de entre os caldeus" (Is 48.20a), e "Saí do meio dela, ó povo meu, e salve cada um a sua vida do brasume da ira do Senhor" (Jr 51.45). O período de 70 anos de cativeiro no exílio, conforme os profetas haviam anunciado, estava no fim. O templo deveria ser novamente edificado em Jerusalém e os sacrifícios reinstituídos. Mas os judeus que haviam ficado não mostraram nenhuma vontade nesse sentido. Obviamente eles preferiram se assimilar e se acomodar na terra próspera onde se encontravam. Aí se manifestou novamente a desobediência obstinada: "Mas o meu povo não me quis escutar a voz, e Israel não me atendeu. Assim, deixei-o andar na teimosia do seu coração; siga os seus próprios conselhos" (Sl 81.11-12). Isso teve por conseqüência inevitável: "Mas, porque clamei, e vós recusastes; porque estendi a mão, e não houve quem atendesse; antes, rejeitastes todo o meu conselho e não quisestes a minha repreensão, também eu me rirei na vossa desventura, e, em vindo o vosso terror, eu zombarei" (Pv 1.24-26).
Esta não é uma séria advertência para nós? Quem pensa que sabe tudo melhor e persiste na teimosia, traz sobre si infortúnio e infelicidade. Foi a grande misericórdia de Deus que fez com que Ele, assim mesmo, aceitasse Seu povo desesperado e o salvasse para a Sua honra. A Sua misericordiosa providencial protegeu o resto do povo do aniquilamento total, e Ele também o fará no futuro! A decisão de Hamã de exterminar os judeus e enforcar Mordecai foi frustrada pelo corajoso ato da Hadassa (= Ester). "Se morrer, morrerei"! Com essa decisão corajosa ela não apenas frustrou o plano de Hamã, mas também do rei, agindo em favor do seu povo. E Hamã experimentou o dito: aquele que prepara uma forca para Israel será pendurado nela! Mas hoje, quem tem coragem de falar a favor de Israel? Aquele que abençoa Israel será abençoado! Em memória do maravilhoso livramento da mão de Hamã, Israel festeja a cada ano, no dia 14 de adar, a Festa de Purim. Todavia, o dia de grande alegria ainda está por vir, pois Isaías anuncia ao "vermezinho de Jacó": "Em lugar da vossa vergonha, tereis dupla honra; em lugar da afronta, exultareis na vossa herança; por isso, na vossa terra possuireis o dobro e tereis perpétua alegria" (Is 61.7). Fonte: Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, julho de 1998. (Burkhard Vetsch - http://www.chamada.com.br/

domingo, 8 de março de 2009

Baixaria invade os lares brasileiros - Big Brother



UMA AFRONTA À INTELIGÊNCIA HUMANA



” Não porei coisa má diante dos meus olhos" (Salmos 101.3a)

Os verdadeiros seguidores do Senhor Jesus são sábios, pois tem o temor do Senhor. A Bíblia diz que o ‘temor do Senhor é o princípio da sabedoria‘.
É recomendação de Deus, em diversas referências bíblicas, para que se leve uma vida santa, irrepreensível e com sabedoria.
O seguidor fiel do Senhor não se assenta à roda dos escarnecedores, como diz em Salmos 1.1-3.
É bom seguir cada dia mais, os conselhos de Paulo, ( Shaul Hashaliach ) quando escreveu aos Filipenses: “quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Filipenses 4.8).
Se lhe falta sabedoria, peça-a a Deus e Ele te dará.
Seja sábio e não utilize seu tempo, observando o inútil.



Diga não à Baixaria, à Bestialidade e à Burrice!!!


YESHUA HAMACHIACH


sexta-feira, 6 de março de 2009

OUVE ISRAEL, ADONAI É NOSSO D’US, ADONAI É UM. Shemá Israel, Adonai Elokenu Adonai Ehad.



Ouve Israel, Adonai é nosso D’us, Adonai é Um.


Bendito seja o nome da glória de Seu reino para toda a eternidade.




Amarás a Adonai, teu D’us, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu poder (tuas posses). Estas palavras que hoje Eu te ordeno ficarão sobre o teu coração. Inculca-las-ás diligentemente nos teus filhos e falarás a respeito delas, estando na tua casa e andando pelo teu caminho, e ao te deitares e ao te levantares. Atá-las-ás como sinal sobre a tua mão e serão por filactérios entre os teus olhos. Escreve-las-ás nos umbrais da tua casa e nos teus portões.


Acontecerá, se obedecerdes diligentemente os Meus preceitos, que Eu vos ordeno neste dia, de amar a Adonai, vosso D’us, e servi-Lo com todo o vosso coração e com toda a vossa alma; então darei a chuva para vossa terra a seu tempo, a chuva precoce e a chuva tardia; colherás o teu grão, o teu mosto e o teu azeite. Darei erva no teu campo para o teu gado, e comerás e te saciarás. Guardai-vos para que vosso coração não seja seduzido e desvieis e sirvais outros deuses e vos prostreis diante deles. Pois então se inflamará contra vós a ira de Adonai, e Ele fechará os céus e não haverá chuva, e a terra não dará o seu produto. Então perecereis rapidamente da boa Terra que Adonai vos dá. Portanto, colocai estas Minhas palavras sobre o vosso coração e sobre a vossa alma, e atá-las-eis como sinal sobre a vossa mão e serão por filactérios entre os vossos olhos. Ensiná-las-eis aos vossos filhos, a falar a respeito delas, estando na tua casa e andando pelo teu caminho, e ao te deitares e ao te levantares. Escrevê-las-ás nos umbrais da tua casa e nos teus portões. A fim de que se multipliquem os vossos dias e os dias dos vossos filhos na Terra que jurou Adonai aos vossos antepassados dar-lhes por todo o tempo em que os Céus estiverem sobre a Terra.


Disse Adonai a Moshé o seguinte: "Fala aos filhos de Israel e dize-lhes que façam para si franjas nos cantos de suas vestimentas, por todas suas gerações. Prenderão na franja de cada borda um cordão azul-celeste. Serão para vós por tsitsit e os olhareis e recordareis todos os preceitos de Adonai, e os cumprireis; e não seguireis atrás de vosso coração e atrás de vossos olhos, por meio dos quais vos desviareis. Para que vos lembreis e cumprais todos Meus mandamentos e sejais santos para vosso D’us. Sou Adonai, vosso D’us, que vos tirou da terra do Egito para ser vosso D’us. Eu, Adonai, sou vosso D’us. Eu, Adonai, sou vosso D’us. A verdade. (Deuteronómio: 6:4...)
Extraído do livro Manual de Bênçãos. Editora Beit Chabad