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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

UNIÃO EUROPÉIA RECONHECERÁ DIVISÃO DE JERUSALÉM



A União Europeia (UE) reconhecerá publicamente na próxima semana a divisão de Jerusalém, para que sirva de capital a dois Estados, Israel e Palestina, segundo um documento interno comunitário citado nesta terça-feira pelo diário israelense Ha'aretz.

A minuta do documento, que foi elaborado pela Suécia, atual presidente de turno da UE, deixa implícito também que os 27 países do bloco europeu apoiarão uma declaração unilateral de independência por parte dos palestinos, segundo a fonte.

Israel lançou uma campanha diplomática para tentar frustrar a declaração, mas representantes israelenses em Bruxelas não acreditam que a UE volte atrás. O reconhecimento público europeu à divisão de Jerusalém acontecerá entre os dias 7 e 8 de dezembro, em reunião de ministros em Bruxelas.

No mesmo encontro, espera-se que os Estados-membros adotem uma declaração sobre sua postura unificada em relação ao conflito do Oriente Médio. Segundo o diário israelense, a declaração expressará pela primeira vez o apoio da UE à solução de dividir Jerusalém, um dos problemas de maior destaque no conflito entre israelenses e palestinos.

Em Jerusalém residem cerca de 450 mil judeus e 230 mil palestinos, e embora tenha sido unificada por Israel em 1981 como sua capital "eterna e indivisível", a comunidade internacional nunca reconheceu essa anexação.

Nas negociações com Israel, a Autoridade Nacional Palestina (ANP) sempre manteve a exigência de ter a parte oriental como sua capital.

Ao pedir às partes que retornem imediatamente à mesa de negociações, seguindo um cronograma, a UE sentenciará que o objetivo "um Estado palestino independente, democrático e viável com continuidade territorial, que inclua Cisjordânia, Gaza e tenha Jerusalém Oriental como capital".

O documento também destaca o problema das fronteiras, e afirma que a UE não vai reconhecer nenhuma alteração nos limites estabelecidos em 1967, a menos que a ANP dê seu consentimento a estas alterações.

2 comentários:

Levy disse...

A UE com essa declaração só irá atrapalhar o processo de paz, porque irá dar toda a força às pretensões palestinianas.
É uma vergonha a forma como os EUA e UE se têm comportado em relação ao problema.
Eu sou favorável à existência de um estado palestiniano, porque entendo que é desvantajoso para Israel ter de governar outro povo. Esse é um principio, mas para que esse estado possa nascer, muitas condições têm de ser cumpridas. A começar pelo reconhecimento de Israel enquanto estado judaico, e pela anexação por Israel das maiores cidades da Judeia e da Samaria. Só depois o Estado Palestiniano poderá surgir, por fases, enquanto uma parcela não estiver estabilizada, não se avança com outra. Resumidamente é o que eu penso. Em relação a Jerusalém, nem sequer já discuto porque a cidade, toda ela, é Israel.

Parabéns pelo blogue. Discordo de algumas coisas, mas no essencial estamos de acordo.

Abraço de Lisboa

☼El Rincón del Relax☼ *Beatriz* disse...

Recibe un relajante y enérgico abrazo de luz para tu ser.

Beatriz